Globo de Ouro é do filme Agente Secreto, título irônico, interpretação suspense, enredo com clímax, o filme, câmeras, ação!
Wagner Moura, plástico, o sentido de arte dramática, parece que retornou aos anos 70, especificamente, 74 e 77, anos de chumbo da Ditadura Militar, que não é, o filme, e atuação, diálogos, bem caracterizados junto com músicas, como Tinna Tunner, e as músicas de carnaval pernambucana, não ideológico, panfletário, "comunista", esquerdista; como algumas pessoas vão dizer e até ir embora no meio da fita, existem pessoas que não toleram a mostra sobre como a Polícia Civil agia, era verdadeiros ESQUADRÕES DA MORTE, e se sentiam bem e ler nos jornais a somatória que virava placar, matar 157 e 213, e outros, permitir o livre curso de matadores de aluguel.
Retrato fiel e infiel, no bom sentido, de Recife, do jeito de viver, das pessoas desgarradas de seus País. Enfim, como brasileiro, suspeito de dizer, que o filme, como um todo, merece o Globo de Ouro, ressalvas, sempre hão, no tocante ao ator Wagner Moura, ele já é consagrado como dramaturgo e sabe pegar o personagem, o roteiro e incorporar, o telespectador mais atento fica procurando teleponto, mas o que encontra é um ator mergulhado no texto, no personagem, e focado nas falas de outros, enfim; enigmático o tema e a direção foi muito feliz, produção, acertou, Recife, sotaque, carnaval, alegria e dor, sofrimento, e a tragédia, tragédia e a justiça pelas mãos do demônio, ou seja, o homem ruim, sanguinário, cruel que mata por dinheiro, vingança, ódio e corrupção moral, ética, humana.
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