UOL Nem todo ultraprocessado é igual: interpretar o rótulo é fundamentalOs alimentos hoje, até em municípios maiores, são vendidos empacotados, enlatados e emabalados. Portanto, depois de muitas reclamações passou a ter prazo de validade, no máximo de 2 anos. Décadas depois surgiram os alimentos congelados e agora os ultraprocessados. Quem acompanhou a evolução dessa indústria e também aa fiscalização lembra das listas de itens ou ingredientes que causavam câncer; no intestino, estômago que eram colocados nestes alimentos, chamados de conservantes, estabilizantes com nomes químicos: "Nitratos, nitritos, sorbato de potássio, sulfitos e antioxidantes sintéticos como BHA e BHT são os principais nomes químicos de aditivos e conservantes alimentares frequentemente investigados ou associados ao aumento do risco de câncer em estudos científicos". Há Instrução Normativa 432 da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que pesquisa sobre aditivos que poodem causar câncer de próstata. Mas, o mais importante é fiscalizar e ensinar através de campanhas ao cidadão(ã), principalmente, quem faz compras, a ler o rótulo, como o estabelecimento também deixar cartazes a mostra para orientar e instruir as pessoas. O brasileiro não tem o hábito de ler os rótulos. Está se habituando com a normal de validade dos produtos. Essa norma foi muito burlada e há comércio paralelo de venda de produtos vencidos abaixo do preço. Mas, existem risco. Os alimentos ultraprocessados já foram alvo de normalizações como sal em excesso e açúcar. Mesmo assim, mesmo os alimentos diet são bastante calóricos, salgados ou doces, porque é o apelo de venda, pricipalmente para crianças e adolescentes, ou mais jovens, que não sabem cozinhar e preferem comprar estes alimentos que precisam apenas de microondas ou ayrfray. Em suma, é preciso reorientar o consumidor a consumir produtos mais naturais ou mais naturais possíveis do que preferir os ultraprocessados como alimentação saudável, que não é totalmente, e pode a longo prazo prejudicar a formação da criança e a saúde como um todo. |

Nenhum comentário:
Postar um comentário