sábado, 20 de dezembro de 2025

jornaldesaude.com.br: RACISMO ESTRUTURAL Racismo estrutural e necropolítica: o contexto da população negra e quilombola durante a pandemia da covid-19

 


RACISMO ESTRUTURAL

Racismo estrutural e necropolítica: o contexto da população negra e quilombola durante a pandemia da covid-19

AM Castro, A Picornell Lucas, RN Carvalho - Revista ft, 2025

… em situação de vulnerabilidade social, excluídos de um acesso e tratamento de
saúde pública de qualidade. Como forma deste resquício, em uma entrevista
realizada a um representante da ONU pelo jornal Gazeta do Povo, em uma matéria …

É muito curioso e a dúvida vem perseguir a luz da verdade sobre o escravagismo, pré-capitalismo, o capitalismo e o preconceito e racismo, atualmente, como a sociologia análise, o Racismo Estrutural. O pensar sobre a razão e a verdade que as sociedades "modernas", adotaram, ou impuseram nas sociedades atuais. Nos USA, é exemplo mais recente e o mais latente para os afros, e afrosdescendentes. Primeiro pela Guerra Civil, ou de Secessão, o escravagismo, foi a principal pauta, para uma das Guerras Civis, mas sangrenta da história que durou de 1861 a 1865, foi uma luta, já patrocinada pelo pré-capitalismo, guerra civil, econômica, contra o Norte e Sul, norte americano, o Sul ou sulista, apelido aos soldados, e povo de vários estados do sul, eram escravagista, porque dependiam da mão de obra, em plantações de algodão, principalmente. O norte já caminhava para a industrialização, capitalista, que se formava, vindo da Inglaterra, que se espalhou pelo Planeta. Em resumo, mesmo com a libertadação dos escravos, através da guerra de secessão, o preconceito e leis terríveis contra os negros vieram. Não eram proibições eram Leis, iriam presos se frequentassem lugar de brancos, banheiro, transporte coletivo, escolas, bares e restaurantes. Enfim, se inaugurou nos USA segragacionismo.

Vamos ao Brasil, o último País a proclamar a abolição dos escravos, que eram tratados em muitas fazendas pelos senhores feudais, como animais, acorrentados, mal alimentados, chicoteados e até assassinados a sangue frio, por pura maldade e domínio. Mas, essa abolição veio somente porque a Princera Izabel resolveu, historicamente, assinar a Lei Áurea, veio devido os aliados ingreses, que dominavam Portugal e o Brasil e outras colônias, devido ao Bloqueio Napoleônico à Europa. Essa Inglaterra havia feito a Revolução Industrial, a primeira e dentro de seu país, fez a reforma da terra e até os artesões começaram a desaparecer, seus auxiliares. E, para essa revolução precisaria de operários remunerados, muito mau remunerados, e mercado, ou seja, compradores. Em suma, o Brasil, sem escravos, mas com população que sempre foi superior em milhões a dos brancos, algo de 800 mil para 3 milhões, quase todos estavam nas ruas, sem casa, sem comida, banho, roupas limpas. Os que salvaram dessa extrema humilhação foram para a guerra do Paraguai contra o Brasil, Chile e Uruguai, com respaldo da Inglaterra, que dizimou o emergente e semi industrializado Paraguai, que emergia como Potência na América do Sul, e incomodava intesses ingleses na América Latina, riquíssima em Prata, Ouro, Diamantes, e tantos minérios que conhecemos hoje. No Brasil, criou o preconceito que originou; o Racismo, que em resumo, na minha avaliação de jornalista, é a falta de reconhecimento, econômico e gratidão pela riqueza gerada no período de 360 anos de escravidão no Brasil. Os Quilombolas são ocupações, organizadas que não viraram favelas, como as ocupações no Rio de Janeiro, de população pobre dos centros, para periferias e a volta de soldados para o Brasil, sem soldo, sem casa, feridos, doentes e o restou para eles, favelas, nome de árvore, abundante na região que estigmatizou os negros, seus descendentes, quase que, sem lei, proibiu o branco de namorar ou casar com o preto. Mas, essas miscegenação já havia começado, talvez desde o primórdios da entrada de africanos no Brasil. Portanto, este estudo, calculado em cima da Pandemia de Covid 19, é tão interessante quanto a história do Brasil e da Escravidão que teve seu início na Bahia de Todos os Santos, e desceu, se espalhou, e o Brasil, é este Brasil, graças a mão de obra dos africanos, e dos afrobrasileiros, que historicamente e economicamente, merecem recolhecimento, gratidão e agora, com a força da Lei, respeito e que a Lei se cumpra sempre que pessoas tresloucadas falharem em seu caráter frente os desafios do dia no convívio social pleno.

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