quinta-feira, 26 de março de 2026

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Acabou a fanfarronice com o Dinheiro Público, mas continuou a maminha profícua

Abaixo o Jornal de Saúde, e seu editor, separaram vários textos sobre a extensa sessão de ontem do STF - Supremo Tribunal Federal, onde alguns juízes falaram de menos e outros falaram muito, exageraram como Dias Toffoli, sem trazer nenhuma contribuição. Se acham e pensam como super stars da Justiça no Brasil. São falas de mais de 40 m e sem conteúdo nenhum, apenas editorial, pontual de profissão, de direito e de Poder que um Ministro possui. As falas mais produtivas foram a de Dino, Alexandre e de Carmen Lúcia, a solitária senhora da Justiça brasileira, que pareceu cansada, mas foi cirúrgica, entendemos que ainda continua o juízes e funcionários públicos podendo ganhar regálias, que nenhum outro trabalhador no Brasil, talvez no mundo tenha, e seu salário posso ultrapassar o teto e chegar aos mais de R$ 71 mil reais. Isso mesmo, acabou, permanecendo o direito de ganhar 35% acima do do teto salarial de 46.366,19 que é um super salário, se comparado a ao assalariado mínimo, que trabalha no Brasil, mais de 10 horas, se pensarmos que moram longe do trabalho e usam de 2 ou mais ônibus para ir trabalhar e de Segunda-feira ao Sábado, sendo este, às vezes, as mesmas 10 horas, na maioria, comércio, principalmente, sábado até às 13 hs. Mas, muitos trabalham domingos.

Os juízes em geral e os super funcionários públicos, são privilegiados, porque a este salários somam-se outros direitos adquiridos, como foi votado, pre liminarmente pelo STF, ontem, porque ainda haverá votação no Congresso, o próximo, de PEC para regulamentar o assunto e surpresas virão com certeza, porque o Congresso Nacional, em nossa fase democrática, está focado, literalmente no Centrão, e este é corrupto e corruptor, exemplos, são as emendas parlamentares, e o último julgamento do ex-governador Cláudio Alencar, que contratou 28 mil funcionários de alto escalação que viraram seus Cabos eleitorais em 2022 e o reelegeram governador do Estado do Rio de Janeiro. Enquanto a reforma administrativa não vier, e outra PEC em cima do Executivo e do próprio Congresso, não for aprovada; os brasileiros continuarão a serem escravizados ao salário mínimo para sustentar a burguesia nacional e a enriquecer enquanto pagam salários milionários aos altos funcionários públicos e obviamente, que recebem calados, de políticos injustamente pagos e tratados como príncipes, reis onde possuem tudo, casa, avião, comida de primeira, carros com gasolina a vontade, dinheiro para sair do País. Enfim, tudo que jamais um trabalhador, um classe média brasileiro terá sem ter que investir, economizar e trabalhar feito um "escravo" fazia antigamente para comprar sua alforria...

Nota da Redação do Jornal de Saúde. Leia, o que os melhores homens, as melhores mentes fizeram por 205 milhões de brasileiros, ontem.

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